Revitalize sua casa sem ficar no vermelho

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Tudo em sua casa pode ser revitalizado. Desta forma você faz mais com muito menos sem se desfazer de peças nas quais tenha valor sentimental.

Muitas vezes ficamos cansadas daquele móvel. Parece pesado e deslocado no ambiente, isso gera um incômodo diário sem mesmo percebermos, mas uma simples pintura ou retirada das camadas de pintura ou verniz o transforma num outro móvel. Ficará surpresa com a mudança.

Podemos revitalizar móveis, objetos, cúpulas de abajur, espelhos, paredes, fotos, molduras. No blog mesmo temos algumas dicas de reaproveitamento de objetos que seriam desprezados  e podem ser reintegrados na decoração com muito charme.

Visite as páginas com algumas ideias:

https://casadabia.wordpress.com/2012/07/21/reaproveitar-caixotes-de-feira/

https://casadabia.wordpress.com/2012/07/17/palete-de-madeira/

Temos também alguns trabalhos antes e depois para se inspirar, caso tenha alguma dúvida pode me procurar:

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A revista Gloss publicou essa repaginada num local de estudo.
Uma escrivaninha sem graça, ganhou uma pintura, puxadores interessantes. E destacou o local com cores novas e complementos.
Linda!

Um pouco de tinta, bom gosto e pronto!!!!

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Móveis antigos podem ser reintroduzidos na decoração de maneira criativa e moderna, dando uma nova cara a sua casa.

 

 

Passos para oganizar uma recepção – Como montar a mesa e sua etiqueta

Padrão

Arrumar a mesa

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Organizar um almoço ou um jantar é uma tarefa que exige alguns cuidados, mas não é difícil. Deve-se levar em conta o gosto dos convidados, o número de pessoas, se haverá convite formal ou não, o local, o horário, o tipo de serviço e a montagem das mesas – à francesa, à americana ou à inglesa – entre outros detalhes
– Para uma reunião formal, um jantar à moda francesa é a forma mais sofisticada de se servir, a mesa poderá ser ornamentada com uma bela toalha e um arranjo de flores, sendo composta por sousplat, pratos, talheres, guardanapos combinando com a toalha e copos para água, vinho tinto e branco. Os anfitriões devem sentar-se no centro da mesa, um de frente para o outro. À direita da anfitriã, senta-se o homem mais importante ou o mais idoso. À direita do anfitrião, fica a mulher mais importante ou idosa. A disposição à mesa fica, geralmente, alternada por homens e mulheres. Uma adaptação pode ser feita, caso os donos da casa percebam que alguns convidados têm mais afinidade entre si. 

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– Os pratos devem ser colocados a um centímetro da borda da mesa. A distância entre um prato e outro deve ser de 60 centímetros. O prato de pão deve estar cinco centímetros à esquerda e acima do prato onde será servida a refeição. As facas devem sempre estar à direita do prato e o gume devem estar virados para o prato e os garfos à esquerda. Quando houver colher para sopa, ela deve ficar à direita, com as facas. Os talheres colocam-se junto a cada prato por ordem de utilização.

Copos e taças devem acompanhar a direção da ponta da faca. Em uma sequência da esquerda para direita eles ficam da seguinte forma: copo para água, taça para vinho tinto e, sempre ao lado, taça para vinho branco. Caso seja servido champanhe, a sua taça poderá ocupar duas posições, dependendo da frequência em que a bebida será consumida. Se este for servido somente uma vez ao longo do jantar, a taça deverá ficar à esquerda do copo para água, isto é, no lado oposto ao dos vinhos. Porém, se resolver servi-lo por todo o jantar, a taça deverá ficar à direita do copo para água.

O guardanapo deve ser colocado dobrado, no centro do prato ou ao lado das facas, nunca dentro do copo.

O garfo e a colher de sobremesa podem ficar juntos com as pontas viradas para a esquerda acima do prato ou ao lado dos outros garfos e colheres, dispostos respectivamente à esquerda e à direita. 

Serviço à Francesa

1. prato: para o prato principal do jantar.
2. prato: para entrada (salada), ou prato frio. 
3. faca: para o prato principal. Com serras viradas para o prato. 
4. faca: para peixe, ou para salada, ou entrada com peixe. 
5. colher: utilizada para servir cremes (tipo de sopa) para entrada. 
6. garfo: para o prato principal. 
7. garfo: para peixe, ou para salada, ou entrada com peixe. 
8. garfo: de sobremesa, para bolos, tortas e doces sem calda. 
9. colher: de sobremesa, para doces com caldas, compotas. 
10. faca: de sobremesa, tortas, frutas. Com serra virada para o prato. 
11. taça ou copo: para água, o maior, deve ficar sempre cheio. 
12. taça ou copo: para vinho tinto, acompanha carnes vermelhas, aves e massas. Pode variar de modelo, mas deve combinar com o prato principal (alimento) escolhido. Acompanha o prato principal. 
13. taça ou copo: para vinho branco, acompanha perfeitamente queijos, canapés, risotos, saladas, peixes e carnes suaves. Deve ser servido gelado. Acompanha a entrada, ou prato frio. 
14. taça: para espumante, acompanha pratos leves e com sabores delicados. Deve ficar ligeiramente recuada. Ótima para celebrações. 
15. prato: para pão, que acompanha salada ou prato frio. 
16. faca: faca para pão, para utilizar manteiga, se esta for servida. Caso contrario não é necessário colocá-la. 
17. guardanapos: de pano, com anel ou forquilha.

– Não se devem sobrepor pratos na mesa. Só há exceção para o prato da sopa e para o prato de doce, que pode estar sobre o da fruta.

– O prato é servido pela direita e retirado pelo mesmo lado.

– Não se deve afastar o prato quando se acaba de comer.

– As regras de colocar o guardanapo sobre a mesa são variadas, mas saiba que o mais correto é coloca-lo bem dobrado e engomado à esquerda do prato.

– Quando o usar deve ser aberto e colocado sobre o colo.

– No final da refeição coloca-se sobre a mesa, sem ser dobrado.

– Os guardanapos não precisam mais ser da mesma cor da toalha, como era regra antigamente. O mesmo se aplica às toalhas com cores vibrantes ou desenhos chamativos que eram evitadas por completo. Convém lembrar que um forro debaixo da toalha evita que esta escorregue; convém que seja da mesma cor, ou de cor semelhante para que passe desapercebida.

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– Faça mais de um tipo de sobremesa, como mousses e saladas de frutas. Acrescentar frutas ao menu, é uma delicadeza para aqueles que fazem dieta ou são diabéticos.

– Um arranjo de flores e velas sempre dá um ar mais festivo a sua mesa, mas utilize flores não muito chamativas para não roubar a atenção, pois o astro da noite é a mesa e a comida, use-os apenas para dar um toque.

– No jantar americano (jantar volante), a comida já deverá estar na mesa quando os convidados começarem a se servir. Coloque do lado da mesa, pilhas de pratos, talheres lado a lado, guardanapos, para que o convidado possa pegar para se servir, e não deixe que faltem pratos.

Bebidas e os copos para servi-las

Padrão

Em receitas, temos o tópico, bebidas.

Acreditando que muitas de nossas amigas nunca tenham ouvido falar sobre algumas delas e de que seriam feitas, resolvi colocar um post especificando em detalhes para satifazer nossas curiosidades. A maioria das informações foram retiradas  do  site Wikipédia.

Tenho certeza que será divertido.

Absinto

Feito a base de anis, funcho e outras ervas, o Absinto foi especialmente popular na França, principalmente pela sua ligação com os artistas parisienses no final do século XIX e XX, até ser proibido em 1915, tendo ganhado alguma popularidade com sua legalização em vários países.Possuí uma cor verde translúcida e é conhecido popularmente como “fada verde” devido a um suposto efeito alucinógeno que a bebida causara em algumas pessoas que a consumiam.

Seu teor alcoólico varia entre 45% vol. e 85% vol., dependendo da nacionalidade. 

No Brasil, o Absinto foi permitido, porém a graduação alcoólica não pode ser superior a 53,5% vol.

Mas é preciso cuidado ao se deparar com uma garrafa do produto. Além de ser uma das bebidas com maior teor alcoólico, sua produção em larga escala do Absinto parou há muito tempo, tendo o seu preparo voltado praticamente à esfera artesanal.

A maior parte do Absinto encontrada por estas bandas vem de Portugal, mas se puder, dê preferência ao Absinto produzido por pequenos cafés da República Tcheca.Two-absinthe-glasses

Para apreciação de novos sabores, era servido com torrão de açúcar e láudano, este último um opióide. Sem o láudano, atualmente pode ser consumido com água, que reduz a graduação alcóolica da bebida. Desta forma, sobre o copo com a bebida é colocada uma colher perfurada que sustenta o torrão de açúcar, e por onde passará a água gelada que será vertida lentamente sobre o torrão. 

Se você quer sentir como é o clima da Fada Verde sem se estrepar, beba o licor francês Pernoud, que possui praticamente o mesmo sabor. E lembre-se: O óleo essencial de Absinto é extremamente tóxico e letal, não devendo ser consumido em nenhuma hipótese, nenhuma mesmo.

 

Armanhaque

O Armanhaque (em francês: Armagnac) é uma aguardente vínica de grande qualidade, semelhante ao conhaque, proveniente da destilação de vinhos de baixa qualidade, que apresentam características próprias para o envelhecimento. Suas origens estão ligadas à região francesa de Armanhaque.

É exclusivamente fabricado a partir do suco da uva, produzido na França, nas regiões de Gers, Landes e Lot-et-Gordanne situadas na Gasconha. Essas três regiões formam um triângulo, próximo às cidades de Bordéus, Toulouse e Pau, essa região foi demarcada por decreto de lei do governo francês, em maio de 1909, que atribuiu a designação “Appellation Controllés Armagnac”.

O armanhaque é fabricado, exclusivamente, com vinhos brancos, das castas: Folle Blanch, Saint-Emilion, Jurançom e Columbard, enxertadas em cepas americanas.copo armanhaque

Essa bebida tem uma destilação, feita em alambiques próprios, de sistema contínuo (patent-still) e regulada de modo a obter-se um produto com graduação alcoólica de 52º.

O envelhecimento processa-se em cascos de carvalho, em que a graduação de 52º baixa perto dos 40º.

 

Angostura

 Algumas bebidas, alcoólicas ou não, têm formulas tão secretas que ninguém as conhece por inteiro, somente partes. Juntá-las na hora certa deve ser uma operação quase militar. A Angostura, uma bebida amarga, aromática e aparentemente inofensiva que entra no preparo de coquetéis clássicos e em várias receitas de cozinha é uma dessas. Embora um bitter, não é daqueles convencionais para se tomar em copos longos com gelo e soda. Ao contrário, seu uso é limitado a algumas gotas para adicionar aroma e sabor em drinks, frutos do mar, saladas de frutas, sobremesas e pâtisserie em geral. O que faz a Angostura tão importante para merecer tanto cuidado é o fato de ser um produto sem similar e elaborado com fórmula secreta em um único lugar.

 

     Quanto à sua composição, o rótulo menciona vagamente ser “uma preparação aromática de água, álcool, genciana e extratos vegetais inofensivos para dar sabor e cor ao produto”, copo coquitelou seja, não esclarece nada. Todo bar que se preze, em qualquer parte do mundo, deve ter pelo menos uma garrafinha dessas em estoque. Parecida com as de molho inglês, elas vêm embrulhadas em papel branco impresso em letras pretas miúdas com diversas sugestões para seu uso, que incluem além das óbvias na preparação de drinks, servir também para a cura da flatulência. Longe de ser brincadeira, essa referência medicinal, entre outras, vem da origem da sua criação em 1824 na Venezuela pelo médico alemão Dr. Johann Gottlieb Benjamim Siegert e mantida por razões históricas.

Chartreuse (licor)

Chartreuse é um licor francês composto de um destilado de álcool de vinho aromatizado com cerca de 130copo Chartreuse extractos de ervas. O licor denomina-se assim em honra ao monasterio Grande Chartreuse onde se produz, que toma a sua vez o nome das montanhas Chartreuse, a região da França onde se localiza o monasterio.

Mas também o Chartreuse foi fabricado em Tarragona desde 1904 a 1989:

Em 1903, os Cartujos são expulsos da França. Levam-se seu segredo e implantam uma destilería em Tarragona (Espanha) para a fabricação do Licor. Licor que fabricaram também em Marselha desde 1921 até 1929, baixo o nome de “Tarragona”.

Tipos

Existem principalmente dois tipos de Chartreuse:

  • Chartreuse Verde (110 º ou 55%) tem uma cor verde brilhante aromatizado com extractos de 130 ervas e se colora com a clorofila dando lugar, por sua cor característico ao cor do que se deriva.

  • Chartreuse Amarelo (40% ou 43%), com aromas mais suaves e sabor ligeiramente doce.

Outros tipos de Chartreuse incluem:

  • Chartreuse VEP (Vieillissement Exceptionnellement Prolongé) elabora-se com os mesmos processos secretos do licor tradicional mas se evejece em barril é para alcenzar uma qualidade excepcional. O Chartreuse VEP vem em garrafas amarelas ou verdes.

  • Elixir Végétal da Grande-Chartreuse (142º ou 71%). O elixir de ervas toma um sabor único procedente da mistura secreta de 130 ervas.

Conhaque 

O conhaque ou brandy é o produto decorrente da destilação de vinho, geralmente contendo cerca de 40copo conhaque–60% de graduação alcoólica por volume. O nome em português é derivado da palavra francesa cognac, um tipo de conhaque com indicação de procedência da região homônima da França.

Além do vinho, esta bebida destilada pode ser feita com suco de fruta fermentado (no caso da uva normalmente são utilizadas apenas espécies viníferas). É usualmente degustado após as refeições.

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Conhaques de uva franceses

Vinhedos da Remy Martin, região de Cognac, França (foto:liluland/flickr)

  • Martell

  • Rémy Martin

  • Hennessy

  • Ragnaud-Sabourin

  • Delamain

  • Courvoisier

  • Darroze

  • Baron de Sigognac

  • Larressingle

  • Delord

  • Laubade

  • Gélas

  • Janneau

Também há produção de conhaque de uva atualmente na África do Sul, na Espanha, no México e no estado americano da Califórnia. Na Armênia, a produção é antiga e tradicional, sendo a bebida tradicional deste país.

Conhaques de fruta

Conhaques de fruta são feitos usualmente com maçã, ameixa, pêssego, cereja, amora e damasco. Têm coloração mais clara e normalmente são degustados gelados.

  • Calvados é um conhaque francês da região da Normandia feito à base de maçã, da qual é extraída a cidra que depois é fermentada e destilada.

  • Kirschwasser é um conhaque alemão de frutas feito à base de cereja.

  • Slivovitz é um conhaque de frutas feito à base de ameixa.

 

Envelhecimento

 Uma destilaria de conhaque

Um conhaque pode ser produzido de três maneiras.

  • Sem envelhecimento – caso típico dos conhaques de fruta, que apresentam tonalidade clara.

  • Single barrel – conhaques com tonalidade dourada ou caramelo são normalmente envelhecidos em barris de carvalho.

  • Sistema de solera – alguns conhaques são envelhecidos no sistema de soleira, especialmente os espanhóis.

Classificação do Envelhecimento

O envelhecimento do conhaque recebe seis faixas classificatórias:

  • ☆☆☆ (Three Stars) – Cognac standart, 5 anos de envelhecimento

  • V.O. – Very Old, mais de 5 anos de envelhecimento

  • V.S.O. – Very Special, mais de 15 anos de envelhecimento

  • V.S.O.P. – Very Special Old Pale, mais de 20 anos de envelhecimento

  • V.V.S.O.P. – Very Very Special Old Pale, mais de 25 anos de envelhecimento

  • X.O. – Extra Old, mais de 30 anos de envelhecimento (alguns não consideram tal classificação, continuando a classificar conhaques acima de 30 anos como V.V.S.O.P.)

Vale ressaltar que tal classificação é um tanto controversa, tais idades são as idades médias. Médias porque o conhaque em geral é fabricado com várias levas, cada qual com uma idade de envelhecimento. Dessa forma, alguns usam a idade do blended mais novo para a classificação

 

 O grupo francês Remy Cointreau lançou seu conhaque mais caro, o Louis XIII Black Pearl, a um preço de 7 mil euros a garrafa. A porta-voz da companhia, Joelle Jezequel, disse que a embalagem da edição limitada da bebida foi desenhada para satisfazer uma demanda mundial em ascensão por marcas superpremium. A versão regular do conhaque é vendida por 2 mil euros. “Estamos seguros de que os colecionadores se apressarão para comprar este produto”, afirmou Jezequel. As garrafas, produzidas pela Baccarat, são de cristal negro, e dependendo do ângulo de visão e da posição da luz, podem ter um efeito de preto fosco ou de um brilho prateado. A decoração é feita com selos de platina com o desenho de uma flor de lis. A série tem apenas 786 embalagens numeradas. A bebida estava descansando em um barril há cem anos.

fonte: Embalagem Marca

Cointreau

Cointreau é uma marca de licor do tipo “Triple Sec” produzido em Saint-Barthélemy-d’Anjou, localidade do subúrbio de Angers, França. As laranjas utilizadas para a sua fabricação vêm de todas as partes do mundo, especialmente da Espanha e do Haiti. Além de ser consumido como digestivo e aperitivo, também é muito utilizado na culinária.

Uma da peculiaridades destes tipo de licor é que ele, na sua preparação não tem contato do álcool com a fruta que o produz, o que resulta em um produto final com pouca pigmentação, tornando-o incolor. As laranjas necessárias para a sua fabricação vem de empresas ligadas a cointreau que exploram mão-de-obra baratíssima no Haiti. Menos de 50 dólares por mês. Os dirigentes dessa empresa estão ligados a repressão ao movimento grevista por melhores condições de trabalho e vida.

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Gim

Gim ou gin é uma bebida destilada à base de cereais e zimbro. É considerada uma bebida muito forte, com teor alcoólico superior ao uísque. Teve origem nos Países Baixos, no século XVII.

Depois de destilado, o gim sai do alambique com um teor alcoólico muito elevado, inapto ao consumo. Para reduzir essa teor alcoólico é adicionada água destilada. A aromatização é feita com bagas de zimbro, cujo óleo transmite à bebida o sabor que a caracteriza. Seu teor alcoólico varia entre os 43° e 47°.

 

Diversas destilarias utilizam vários aromatizantes além das bagas de zimbro, tais como cassia, laranja, amêndoa, lírio ou álamo, empregados para obter sabores diferentes.

 

Pisco (licor)

Pisco é o nome de duas variedades diferentes de aguardente de uva, produzidas no Peru e no Chile . É baseado fundamentalmente na destilação do mosto proveniente de uvas. Trata-se de um termo pre-hispânico (quechua) que significa “ave” ou “pássaro”.

Existe uma diferença histórica entre o Peru e o Chile sobre a exclusividade de usar o nome. Enquanto o Peru defende que é uma denominação de origem (similar a Champagne, por exemplo) qual somente pode usar o termo “pisco” aquele produzido no Peru, o Chile discute que é um nome genérico (como vinho ou uísque).

Pisco do Chile

Pisco do Peru

História

Desde mediados do seculo XVI (1574), os espanhóis começaram a utilizar o nome Pisco quando os monges da costa intensificaram a produção do aguardente de uva peruano, produto que rápidamente se converteu numa bebida popular por suas características muito particulares como o fato de ser incoloro e de ter um alto grau alcóolico.

Uma outra variedade de pisco produzida no Chile, porém o processo de destilação, componentes e grau alcóolico é diferente, não correspondendo à qualidade do pisco produzido no Peru.

Para o pisco do Peru as variedades de uvas principalmente utilizadas são as denominadas Quebranta, Uvina, Mollar e Negra para os piscos “não aromáticos”, enquanto que Albilla, Itália, Moscatel e Torontel são para os piscos “aromáticos” e uma mistura de diversas uvas para o que em termos gerais se chama pisco “acholado”. Uma variedade que se encontra no Peru procedendo à destilação dos mostos que não terminaram a fermentação se denomina “mosto verde”.

No exemplo do pisco chileno, a uva usada é a moscatel, em variedades diversas, e, a pouca extensão, Pedro Jiménez e torontel.

Rum

O rum é uma bebida alcoólica obtida a partir da fermentação do melaço e posterior destilação. O rum é uma bebida secular, de características refinadas e aroma suave.

Originalmente, era produzido em Cuba (século XVI). Feito de canas frescas trituradas ou do seu melaço, a bebida começou a ser apreciada no século XVII, quando foi divulgada como um poderoso medicamento capaz até de “exorcizar os demônios do corpo”. Conta-se também que seu alto teor alcoólico (de 40 a 75°GL) o fez famoso entre os piratas do século XIX, os encorajando antes dos combates e servindo como moeda de troca de escravos.

O rum pode ser feito de duas formas diferentes: a agrícola e a industrial. Em ambas, o resultado é uma bebida cristalina. Quanto à cor dourada encontrada em alguns tipos da bebida, deve-se ao envelhecimento em tonéis de carvalho ou à adição de corantes caramelo. Os envelhecidos são muito mais caros e, pelo seu sabor peculiar e característico, devem ser consumidos puros ou com gelo. O rum é o principal ingrediente de muitos drinques famosos,como o banana daiquiri ou o proprio daiquiri. É produzido principalmente nas ilhas do Caribe. A grande quantidade de países produtores de rum se reflete na gama de variedades da bebida. As principais são:

  • Rum encorpado: é o rum escuro. Têm corpo e aromas marcantes e é originário da Jamaica, Martinica, Barbados;

  • Rum aromático: além do melaço da cana, contém bagos de arroz vermelho. Produzido principalmente na Indonésia, é levado para a Holanda e a Suécia para ser engarrafado e utilizado na fabricação do ponche;

  • Navy Rum: é um dos mais encorpados. Produzido na Guiana e em Trinidad e Tobago;

  • Rum cubano: rum leve, com teor alcoólico de 40°GL, pode ter coloração transparente (para coquetéis) ou dourada. A marca mais famosa deste tipo de Rum é a Havana Club (propriedade do Estado Cubano), esta marca surgiu através da Bacardi quando esta foi privatizada para os EUA. Por esta razão, a Bacardi é uma marca americana, sendo muitas vezes considerada erradamente uma marca cubana. ;

  • Rum da Jamaica: o mais forte de todos os tipos de rum. Tem teor de quase 75°GL, e geralmente é exportado para a Inglaterra, onde é envelhecido em tonéis de carvalho por muitos anos;

  • Rum da Martinica: encorpado, é feito do suco da cana no lugar do melaço;

  • Rum de Barbados: excelente qualidade, é leve e tem sabor acentuado;

  • Rum de Porto Rico: figura entre os tipos mais famosos de rum, é leve e de qualidade.

História

A cana-de-açúcar começou a ser cultivada nas Canárias, em 1493, e dali transportada pelas esquadras de Cristóvão Colombo para as índias (novo mundo).

Nos princípios do século XVI surgiu o primeiro rum destilado a partir da cana-de-açúcar. Existem várias histórias e lendas sobre o rum que envolvem os piratas da época. Alguns “experts” na matéria defendem que a palavra rum deriva de Rumbullion ou Rumbustion. Expressões usadas, na gíria, pelos ingleses para descrever os excessos provocados pelos bêbados. Outros afirmam que a palavra rum tem origem latina, saccharum (açúcar). No século XVII, o rum era já muito conhecido, sendo considerado como uma bebida medicinal que curava todas as doenças e expulsava os “demónios” do corpo. Em 1775 o rum era a bebida mais vendida na América, o consumo anual per capita era de aproximadamente 18 litros.

Tequila

  Tequila é uma bebida alcoólica destilada, originária do México, feita através da destilação do sumo de uma planta da América Central, o Agave tequilana (também chamado agave azul ou agave azul de Weber). É produzida em região demarcada pela Lei Mexicana no Estado de Jalisco onde se encontra a pequena povoação de Tequila, que lhe deu o nome, e onde se concentram os principais produtores. Fortemente aromática, a bebida apresenta diferentes graus de cor, sabor e aroma conforme o tempo de envelhecimento sendo designada por tequila Blanco, Joven, Reposado, Añejo e Extra Añejo em ordem crescente do tempo de maturação.

 

Fabricação

O Agave Azul é uma planta semelhante a um sisal gigante e só se desenvolve em terrenos de solo vulcânico e clima árido. Ele precisa de 8 a 10 anos de idade para estar pronto para produção. São necessários 7 quilos de Agave para produção de 1 litro de tequila.

A produção se inicia assando as “Piñas” da Agave Azul por mais de 48 horas e esfriam por mais 14 horas antes de serem retiradas dos fornos, para converter as fibras em açúcar fermentável. Depois dessa etapa são moídas para extração de todo açúcar e o resultado é um rico líquido chamado “Aguamiel”. Adiciona-se a levedura natural para fermentação, que quebra as moléculas do açúcar e transforma em álcool. O resultado é um vinho de Agave que possui 10 à 12% de teor alcoólico. O vinho deve ser destilado 56 vezes, descartando seu início e fim para adquirir o melhor da destilação. Por fim, a tequila que nasce “Prata” é descansada ou envelhecida.

 

Classificação

Existem diversos tipos e classificações de Tequila. Para ser um verdadeiro conhecedor, primeiramente você precisa saber se a Tequila que vai beber é “blended” ou 100% Agave. As duas são boas, porém, as Tequilas 100% Agave possuem o tradicional sabor da Tequila mais acentuado. Além disso, elas são classificadas pelo tempo de envelhecimento: Jovem, Reposado ou Añejo. Tequila Jovens tem até 2 meses de envelhecimento em barris de carvalho (normalmente as Tequilas brancas – silver), as Tequila “Reposado” tem de 2 meses à 1 ano e as Tequilas “Anejo”, mais de 2 anos. Todas estas normas são exigidas pelo governo mexicano para comercialização do produto.

Consumo

O modo mais difundido é colocar sal em torno do copo ou na mão, entre o polegar e o dedo indicador, chupar o sal, beber rapidamente e logo após, morder uma rodela de limão. Como outras bebidas de luxo, a tequila tem um copo especial para ser degustada, o “caballito”, com 60 ml de volume. Ela também pode ser saboreada em taças de pé alto com capacidade de 200 ml. No entanto, a maneira correta e praticada por degustadores da bebida dispensa o sal e limão. A bebida é servida em dose adequada e passa por análise sensorial, ou teste olfativo, onde pode ser caracterizado aromas presentes devidos a características do envelhecimento. A degustação é lenta, com pequenos goles que passam por toda a boca antes de serem engolidos, onde é possível analisar atributos como acidez e gosto residual.

Vodka

A vodca ou vodka, é uma popular bebida destilada, incolor, quase sem sabor e com um teor alcoólico entre 35 e 60%. A vodca é a bebida nacional da Rússia. O nome vodca é o diminutivo de “água” (agüinha) em várias línguas eslavas, contudo não se tem certeza da origem etimológica, que poderia ser apenas uma coincidência

História

A vodca é originária da Europa Oriental, não se sabendo ao certo qual a sua origem exata, Rússia ou Polónia. Na Rússia, os tsares acabaram a produção no princípio da Primeira Guerra Mundial, mas em 1925 a produção foi retomada para neutralizar o mercado negro que entretanto se tinha estabelecido.copos-vodka-94

Fabrico

A vodca é um destilado obtido a partir de cevada, milho, trigo, centeio, ervas, figos ou batatas, fermentados. Cada uma dessas matérias primas confere à bebida sabor e qualidade diferentes, variando a fórmula de acordo com a região onde é produzida. Popularmente, a vodca tem 40% de teor alcoólico, mas a sua graduação pode variar entre os 35 e os 60%. A União Europeia, por exemplo, impõe um teor alcoólico mínimo de 37.5%, enquanto que as bebidas produzidas na América tem em geral 37% de teor alcoólico, pois o processo de destilação é diferente do europeu.

O processo de fabricação da vodca é o mesmo que o do uísque, mas enquanto que este é destilado a baixas temperaturas, o que dá o sabor a cereais, a vodca é destilada a altas temperaturas e depois submetida a filtragens químicas para neutralizar os aromas dos cereais.

Primeiramente é preciso obter-se o mosto, líquido formado durante a fermentação de algum dos cereais ou tubérculos citados. Com isso, o líquido formado terá baixa concentração alcoólica (6 a 8%) e um sabor característico à matéria-prima utilizada. Após obtê-lo passa-se para a etapa de destilação, onde o mosto é destilado. Em seguida, passa pelo processo de retificação, onde parte das impurezas é eliminada. Esses dois processos são repetidos várias vezes, até que se obtenha um destilado de altíssimo teor alcoólico (cerca de 90%), que depois é misturado com água até atingir o teor de álcool desejado. As etapas seguintes, de filtração e purificação, têm o objetivo de tornar a vodca pura, retirando as impurezas restantes dos processos anteriores. São utilizados os métodos de filtração através do carvão e de um filtro de membrana.

Após todas estas etapas, o produto final obtido é extremamente puro, de alta concentração e, geralmente, sem odor. Por tal motivo algumas vodcas passam pelo processo de aromatização. Existem vodcas com aroma de limão, de laranja e até de pimenta.

Seu teor alcoólico varia entre 45% vol. e 85% vol., dependendo da nacionalidade. No Brasil, o Absinto foi permitido, porém a graduação alcoólica não pode ser superior a 53,5% vol.